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Curta-Metragem

Notícias, Salada de Frutas, Tecnologia

Foi só o James Cameron fazer barulho com seu Avatar para que os grandes estúdios cinematográficos decidissem aderir de uma vez por todas a essa febre dos blockbusters tridimensionais, vide “Alice do Tim Burton”, Fúria de Titãs” entre outros.
É óbvio que antes do Avatar já existiam filmes que utilizavam tais recursos, mas a mega produção de James Cameron deu um passo adiante. O fato é que atualmente alguns filmes, sejam eles longa ou curta-metragens, utilizam de forma magistral essa tecnologia. Um exemplo disso é o filme “Azureus Rising”, que eu encontrei no sedentário.

É um curta-metragem com uma linguagem simples, não possui uma trama bem desenvolvida, mas conta com uma montagem minimalista com efeitos em 3D e criaturas com detalhes devidamente estudados, justificando um possível desenvolvimento para uma futura franquia de cinema, games e outras mídias.

Confira o vídeo.

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Sem grandes poderes, sem responsabilidades

Notícias

A fascinação por HQs de super-heróis é evidente na nossa cultura pop, mas só há pouco tempo o cinema conseguiu realizar (quase sempre) homenagens decentes para esses personagens, vide o sucesso de franquias como Spider-Man, Hulk, Batman e companhia.

A sociedade sempre cultuou os seus heróis. Por exemplo, lá na Grécia Antiga, antes de Cristo e muito antes da Marvel, os gregos acreditavam que para o indivíduo se tornar um herói não precisava ser picado por uma aranha radiotativa ou ser testemunha do assassinato cruel dos próprios pais, para os antigos, o herói era algo entre os deuses e os homens, sendo, em geral filho de um deus e uma mortal (Hércules, Perseu), ou vice-versa (Aquiles), ou seja, era genético, lógico que não era igual aos X-Men, mas era genético e ao mesmo tempo, semi-divino.

Mas e quando o cara, mesmo que não venha de Krypton, mesmo possuindo consideráveis graus de miopia, mesmo sendo um exemplo de péssimo atleta, simplesmente decide ser herói porque acha isso legal. Essa é a premissa de Kick-Ass, a HQ escrita por Mark Millar e ilustrada por John Romita Jr., publicada em 2008 pela Marvel e que irá chegar aos cinemas esse ano, mas que graças a algo chamado internet, consegui assistir ontem.

Kick-Ass com certeza não será o filme do ano, mas a sua força está justamente em conseguir se comunicar com um público bem específico: a atual geração 2.0 que faz download de HQs, tira fotos em celular, discute Lost em blogs e etc…

Cada diálogo do filme faz referência às tecnologias do nosso cotidiano e está aí um dos segredos de identificação com o público, já que o Kick-Ass é um “super-herói” que conversa com seus fãs através do myspace.

A trama do filme mão possui grandes revoluções na narrativa, mas mistura humor e violência na medida certa. Sim, violência, já que o diretor Matthew Vaughn não poupa esforços nas cenas em que Hit Girl – uma heroína de 11 anos – reduz bandidos a meros pedaços de carne a base de chutes e golpes de espada.
Kick Ass, o filme que mostra um herói que provoca risos constrangedores e não temor em vilões, mostra o que poderia acontecer se alguém decidisse se tornar um vigilante mascarado. Essa premissa é clichê, mas felizmente, é um clichê usado ao seu favor.

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Função Conativa

Notícias

Nos estudos de linguagem existe uma função conhecida pelos teóricos como função conativa ou apelativa. Esse tipo de linguagem é caracterizada por mensagens que desejam convencer o receptor através de alguma ordem, sugestão, convite ou apelo. Frases como: “Não faça isso” ou “Mantenha a cidade limpa” são exemplos desse tipo de função.

Posso afirmar que não é necessário pensar muito para concluir que a função conativa é largamente utilizada em textos publicitários. “Não perca essa promoção”, “Compre já” são apenas alguns exemplos disso.

No cinema não é diferente, pois no blog do sedentário encontrei um vídeo que mostra uma compilação que mostra um exemplo de linguagem conativa que é repetida muitas vezes. O vídeo mostra várias cenas de filmes de ação onde o famoso “saia daí” é dito como se fosse “bom dia”.
Veja se você reconhece algumas dessas cenas ou se não: “get out of there!”

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Novos jogos… parecem coisa de cinema

Inovações, Notícias, Tecnologia

Evolução é um fenômeno constante na natureza, e porque não, também nos games? Afinal, quem não se lembra de uma época em que o Pac-Man no Atari era o auge da novidade no mundo dos vídeo games?

Atualmente, bem diferente do que acontecia nos anos 80 e 90, os jogos estão cada vez mais cinematográficos, as câmeras perseguem os personagens fazendo ângulos e montagens dignas de um filme do Michael Bay. Um exemplo desse “namoro” games e cinema é a fantástica saga Gods of War, em que Kratos, um espartano irritado com tudo e com todos, não pensa duas vezes antes de chutar a cara dos poderosos deuses do olimpo que povoam a mitologia greco-romana.

Games como esses pegam lições aprendidas em um século de cinema e as adaptam para os novos tempos, as cenas em primeira pessoa, vistas através dos olhos das vítimas de Kratos são tensas lembrando os filmes gore com muito sangue e vísceras. Os autores de Gods of War, pelo jeito mandaram a moral e os bons costumes almoçar e não pouparam em cenas violentas.

Se nos filmes do Tarantino o sangue jorra tranquilamente, porque em um jogo com batalhas mitológicas isso não poderia acontecer?

Abaixo tem um trailer da terceira parte dessa grande franquia dos games. Confira o cenário e o movimento de câmeras.

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Imagem e som

Publicidade, Tecnologia

Quem trabalha com produção de vídeo sabe que o som é essencial para contar uma história. Até na época do cinema mudo, em que os atores só abriam a boca para bocejar ou simular uma conversa com alguém, o som mostrava sua importância através da trilha sonora.
Viajando ainda para algumas décadas do século XX, antes da televisão e da internet, era o rádio que dominava e era nas novelas de rádio que a sonoplastia usava e abusava da criatividade.
A sonoplastia é a comunicação pelo som e contempla todas as formas de manipulação sonoras. Nessa propaganda de uma produtora, o vídeo deixa bem claro que o som faz toda a diferença.

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Dicas de Leitura

Notícias, Publicidade

Repare nos ângulos de câmeras, nos efeitos especiais e até na edição frenéticas, veja que há muito tempo a publicidade e o cinema andam de mãos dadas, muitas vezes, vários comerciais são verdadeiros filmes de 30 segundos.
Para falar sobre isso, o professor e publicitário Rogério Covaleski lançou o Cinema, publicidade e interfaces, livro bem interessante que discute com embasamento teórico as intertextualidades entre a sétima arte e a publicidade.
O livro foi lançado pela Maxi Editora, em 2009.

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Curta-metragem

Inovações, Notícias

Metalinguagem é um recurso muito utilizado em várias narrativas, seja na TV, na literatura, no cinema… Sabe quando você assiste a um filme que fala sobre como se faz um filme? Pois é, isso é só um dos exemplos de metalinguagem.

Uma música cujo tema seja o próprio ato de fazer música também é uma metalinguagem, como, por exemplo, a canção “Samba de uma nota só”, composta pelo Newton Mendonça.
O filme “A Rosa Púrpura do Cairo” do Woody Allen, também se enquadra nesse estilo, já que essa produção conta a história de uma mulher que entra na tela do cinema e começa a participar do filme que ela assistia.

No teatro, Shakespeare utilizou a metalinguagem em “Hamlet” e no mundo dos quadrinhos, a revista de ficção científica “Y – O último Homem”, em alguns trechos, utiliza esse recurso de um jeito muito inteligente.

Machado de Assis, quando colocava em seus textos falas diretas com o leitor, também estava utilizando um processo metalingüístico.
Mas um exemplo interessante de metalinguagem é o vídeo de abertura do festival de curta-metragens em Palm String. Eles exploraram todas as possibilidades narrativas para se produzir um curta.

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Fonte do vídeo: Chongas

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Publicidade no cinema e cinema na publicidade

Publicidade

O cinema, a princípio, é aquele local  em que as pessoas vão, entre outras coisas, assistir filmes e comer pipoca. Mas o cinema, com muita criatividade, pode ser um local para as pessoas interagirem com a publicidade. Um exemplo disso é a empresa Cinema City, que fez o seu comercial ao estilo Quiz Show, fazendo uma referência ao longa-metragem Quem quer ser um milionário?
No caso dessa campanha, a pergunta final é sobre o Harry Potter e o candidato solicita ajuda aos universitários, o legal dessa campanha é onde o “universitário” dá a resposta.

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