
maio 26, 2010
Uma das grandes sacadas da redação publicitária é atingir o público-alvo de forma criativa, utilizando frases que chamam a atenção através de algum joguinho de palavras esperto e bem elaborado.
De acordo com os teóricos, a linguagem não é algo estagnado em que cada palavra representa algo de uma vez por todas. Ela é uma atividade humana situada em determinada cultura e período histórico.
Baseado nesse contexto, o novo comercial do Uno voltou ao passado e resgatou aquela brincadeira infantil “Uni Duni Tê”.
Fazendo um jogo de linguagem, o que era Uni Duni Tê se transformou em “Novo Uno Duni Tê”.
Confira o Vídeo:

maio 24, 2010
Hoje é o primeiro dia da humanidade depois do fim do Lost, a série de TV produzida por J.J. Abrahams, que investiu pesado em uma narrativa não-linear que usou e abusou de flashbacks e flashforwards. Segundo alguns, tal recurso era apenas uma tentativa pretensiosa para dar um nó nos neurônios alheios, mas para outros, isso foi uma tentativa louvável de apresentar para o formato TV uma alternativa de narrativa menos convencional.
Lost falou a respeito de destino, livre-arbítrio e sobre como as pessoas escrevem o seu próprio futuro.
E é justamente baseado nesse conceito, que a Nike lançou um comercial sobre a Copa do Mundo.
Com o título de “Write The Future”, o vídeo mostra feras do porte de Ronaldinho Gaúcho, Cristiano Ronaldo e outros, que a cada lance de uma partida de futebol, fazem a “história acontecer”.
Esse vídeo que destaca os craques da bola foi dirigido pelo craque do cinema, o cineasta mexicano Alejando Iñarritu, diretor de “Babel” e “21 Gramas”.

maio 21, 2010
Foi só o James Cameron fazer barulho com seu Avatar para que os grandes estúdios cinematográficos decidissem aderir de uma vez por todas a essa febre dos blockbusters tridimensionais, vide “Alice do Tim Burton”, Fúria de Titãs” entre outros.
É óbvio que antes do Avatar já existiam filmes que utilizavam tais recursos, mas a mega produção de James Cameron deu um passo adiante. O fato é que atualmente alguns filmes, sejam eles longa ou curta-metragens, utilizam de forma magistral essa tecnologia. Um exemplo disso é o filme “Azureus Rising”, que eu encontrei no sedentário.
É um curta-metragem com uma linguagem simples, não possui uma trama bem desenvolvida, mas conta com uma montagem minimalista com efeitos em 3D e criaturas com detalhes devidamente estudados, justificando um possível desenvolvimento para uma futura franquia de cinema, games e outras mídias.
Confira o vídeo.

maio 12, 2010

No último episódio do Big Bang Theory, o Sheldon (aquele personagem que em uma escala nerd de 1 a 10 certamente atinge nível 11) está se preparando para receber uma visita. Sheldon compra para a hóspede uma série de produtos, tais como absorventes, sabonetes aromáticos, meia-calça e inclusive um yogurte feito para regular o intestino das mulheres.
Em uma cena posterior, o nerd-mor do seriado pergunta para sua visita: “Elizabeth, posso te oferecer algo? Um produto de higiene feminina ou um yogurte regulador de intestino”. Ela aceita o tal Yogurte. Algumas cenas mais tarde, aparece consumindo o produto e depois diz que não foi ao banheiro, Sheldon interpreta como falha do produto e diz, indignado, que vai escrever ao fabricante.
Falando assim parece sem graça, mas só parece, pois a cena teve altas doses de ironia e o mais legal de tudo: foi uma forma inteligente de fazer comercial de um produto sem “jogar na cara” do consumidor a imagem desse produto.
O texto do programa, de forma implícita, deixou bem claro que o protagonista foi influenciado pelos comerciais do produto nos EUA, que aqui no Brasil são protagonizados pela atriz Patrícia Travassos.
O comercial do produto foi sutil, pertinente com o contexto do seriado e da cena. E então, será que aqui no Brasil, todas as vezes que um personagem afirmar que vai ao banco tem que aparecer o logotipo da referida instituição em primeiro plano? Será que o público brasileiro ficaria sintonizado se a mensagem fosse mais sutil?
Depende do programa e do público, pois já que novela das oitos é sinônimo de clichês com capítulos que levam meses só para dizer quem vai casar com quem, os anunciantes então inserem chamadas descaradas, só faltando fazer o personagem dizer: “compre esse produto”.
O grande acerto da Activia foi fazer o comercial certo no programa certo, já que o Big Bang Theory é voltado para um público que fica atento na ironia dos diálogos, é mais exigente quanto ao tipo de humor e é lógico, entende as referências à cultura pop que sempre aparecem nos roteiros.
Fonte: Cardoso

maio 10, 2010
Já ouvi falarem que a história da humanidade poderia ser dividida entre antes e depois do youtube, principalmente Em uma época como a atual, em que o marketing viral dá as caras, o youtube é uma ferramenta importantíssima, já que nele você pode ver cenas de filmes, shows, trailers, o seu vizinho bêbado e até ações de marketing de guerrilha.
Um exemplo recente é esse vídeo que eu encontrei no blogcitário, feito por um chinês e que já teve vários acessos. O vídeo mostra um androide terminator sem teto, sem dinheiro e pedindo auxílio para os seres humanos. A produção é relativamente simples e o que é importante, chama a atenção do público.

maio 4, 2010
Não sei se o Padre Quevedo irá dizer se isso “non eccixiste”, mas o fato é que muitas pessoas quando passam por uma experiência quase-morte, afirmam que “enxergam a vida passar diante dos seus olhos”.
A marca de cerveja Heineken, que geralmente possui ideias bem sacadas para os seus comerciais, usou esse conceito de “quase-morte” em uma das suas campanhas. Nesse comercial, uma garrafa de cerveja vê a vida dela passar “diante dos seus olhos como se fosse um filme”.
Apesar do tema ser algo sério e subjetivo, a atmosfera do comercial é descontraída, mostrando que com criatividade é possível abordar vários temas sem cair em clichês.
Fonte: Blogcitário

abril 12, 2010
O mundo da propaganda algumas vezes apresenta anúncios surpreendentes.
A utilização de jogos de palavras, nesses casos, é muito bem-vinda, pois é através dessa linguagem que esses anúncios “fisgam” o público através de algo que todas as pessoas possuem, mas nem sempre utilizam, é a capacidade de pensar.
Um exemplo é o anúncio da Revista Época, em que o elemento-chave é a palavra “inventar”. Nesse caso, o termo “inventar” apresentou dois significados, formando um jogo de palavras interessante.


abril 1, 2010
É pessoal, amanhã a equipe da Citruz irá aproveitar o feriado e dará uma pausa em suas atividades. Sério, não é uma pegadinha de primeiro de abril (heheheh).
Segunda-Feira voltaremos com a nossa programação normal.
Feliz Páscoa para todos!!!


março 30, 2010
Os publicitários sabem que as pessoas não são androides e que robôs com feições humanas existem, por enquanto, apenas nos filmes de ficção científica. Sendo assim, um dos truques mais antigos da publicidade é fisgar o público através dos sentimentos.
Propagandas que mostram o cotidiano de uma família em uma viagem de férias, em uma ceia de natal ou em simples café da manhã (nesse caso, qualquer semelhança com os comerciais de margarina não é mera coincidência) criam um forte elo emocional entre marca/produto e consumidor.
É óbvio que, algumas vezes, a tentativa de emocionar não sai como planejado e o comercial, dependendo da direção e da atuação dos atores, pode ficar com cara de novelinha dramática lado B. Mas, felizmente, não é esse o caso do comercial abaixo, que incentiva o uso do cinto de segurança.
Fonte: byte que eu gosto


março 26, 2010
Eu já falei aqui no blog sobre os clipes das bandas Ok Go e do Hold Your Horses (bandas que eu só fui saber da existência graças ao youtube). Agora é a vez da Diane Birch, mais uma artista oriunda dos confins da web. Ela não é vistosa como as divas siliconadas do século XXI, mas o clipe da guria é genial.
O nome da música, que eu confesso não achei lá grande coisa, é valentino, mas a ideia do clipe é bem interessante. Vale a pena conferir.

E foi feito em apenas um take!!
Fonte: Surreality Show