Cerveja também é vida

Comerciais, Notícias, Publicidade

Não sei se o Padre Quevedo irá dizer se isso “non eccixiste”, mas o fato é que muitas pessoas quando passam por uma experiência quase-morte, afirmam que “enxergam a vida passar diante dos seus olhos”.
A marca de cerveja Heineken, que geralmente possui ideias bem sacadas para os seus comerciais, usou esse conceito de “quase-morte” em uma das suas campanhas. Nesse comercial, uma garrafa de cerveja vê a vida dela passar “diante dos seus olhos como se fosse um filme”.
Apesar do tema ser algo sério e subjetivo, a atmosfera do comercial é descontraída, mostrando que com criatividade é possível abordar vários temas sem cair em clichês.

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Fonte: Blogcitário

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Época de iPad

Inovações, Notícias, Tecnologia

As mídias impressas já estão se adaptando ao admirável mundo novo virtual. A prova disso é o aplicativo da Revista Época para iPad, lançado pela Editora Globo. A ideia é oferecer uma navegação sem maiores dificuldades e, por enquanto, com conteúdo grátis, já que é o mesmo do site. Futuramente as edições semanais da revista serão vendidas na íntegra, no iPad.

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Feira do Livro de Santa Maria 2010

Notícias

Iniciou no último sábado (24 de abril) a Feira do Livro aqui em Santa Maria (RS). A feira mais uma vez é na Praça Saldanha Marinho, aqui Machado de Assis convive em perfeita harmonia ao lado de Luís Fernando Veríssimo e Stephen Meyer, já que a proposta da feira é disponibilizar ao público livros de todos os gêneros e para todos os gostos.

A Feira do Livro também mostra várias apresentações culturais, desde show de danças, música e peças teatrais. Para quem quiser consultar a programação do evento basta acessar o site feiradolivrosm.com.br

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O Dia da Terra

Notícias

O senador norte-americano, Gaylord Nelson (que não é o Gaylord Focker daquele filme com o Ben Stiller) criou no dia 22 de abril de 1970, o Dia da Terra.

Tal data surgiu como um movimento universitário e mesmo sem ser reconhecido pela ONU, esse dia se converteu em um importante acontecimento informativo e educativo, afinal, o planeta Terra pode não ser tão espaçoso quanto Júpiter e nem possuir anéis grandiosos como Saturno, mas pelo menos é a nossa casa e possui uma bonita vista para os Oceanos Atlântico, Pacífico e Índico.

No geral, o Dia da Terra é um dia para reflexões sobre a nossa responsabilidade ecológica. E falando em reflexões, o vídeo abaixo mostra o comediante George Carlin, em uma de suas apresentações, fazendo inúmeras considerações irônicas sobre o pensamento “verde” e o futuro (ou ausência de futuro) do planeta. Pare, olhe, escute e pense.

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E por falar em metáforas…

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O que é metáfora?
Bom… sem meias palavras, a famosíssima figura de linguagem chamada metáfora, nada mais é que o emprego de palavras fora do seu sentido normal, ou seja, ela é um tipo de comparação implícita que, para isso, não utiliza termo comparativo. Um exemplo clássico de metáfora é a frase: “A Amazônia é o pulmão do mundo”.

Essa figura de linguagem faz parte do cotidiano e está presente em filmes, HQs, músicas, não importa se é você, o padeiro da esquina ou o cantor de música sertaneja, todas as pessoas, em determinadas situações, utilizam alguma metáfora para expressar algum pensamento. Estudiosos acreditam que os indivíduos utilizam 6 metáforas a cada minuto em suas conversas.

“A cerveja que desce redondo”, “O banco da sua vida”, são apenas alguns exemplos que mostram como a redação publicitária é hábil em criar metáforas para fisgar o público. Isso porque metáforas são comparações, são analogias. No cinema, por exemplo, o clássico “Tempos Modernos” do Charlie Chaplin, é uma metáfora sobre a mecanização do trabalho humano. Já tem gente afirmando até que o blockbuster “Avatar” é uma metáfora sobre a Hipótese de Gaia. Enfim… a metáfora está presente no nosso dia-a-dia, seja na publicidade, na conversa com o colega do trabalho e na cultura pop.

E por falar em cultura pop…

Eis aí uma metáfora do cidadão moderno.

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Ironia na redação publicitária

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Na minha opinião, a invenção mais genial da raça humana é a ironia. Não há registro científico a respeito do primeiro comentário irônico feito por um homo sapiens, mas alguns cientistas acreditam que a primeira manifestação de ironia surgiu quando o homem da caverna inventou a roda. Dizem que a primeira coisa que ele respondeu ao seu curioso amigo neanderthal foi: “Não meu caro… isso é não uma roda, é uma pizza quatro queijos.

Gracinhas à parte, o fato é que a ironia faz parte da nossa linguagem, ela é um instrumento de literatura ou de retórica que consiste em dizer o contrário daquilo que se pensa. Na Literatura, a ironia é a arte de gozar com alguém ou de alguma coisa, com o objetivo de obter uma reação do leitor, ouvinte ou interlocutor.

Sócrates, o grande filósofo da Grécia antiga, utilizava a ironia para fazer os seus interlocutores entrarem em contradição. Resultado: o filósofo foi condenado à morte pelas autoridades de Atenas.
A ironia pode ser utilizada, entre outras formas, com o objetivo de denunciar, de criticar ou de censurar algo. Para tal, o locutor descreve a realidade com termos aparentemente valorizantes, mas com a finalidade de desvalorizar, entendeu?

A publicidade, outra curiosa invenção humana, usa e abusa do discurso irônico. Um exemplo disso é a frase utilizada nesse anúncio da Pajero.

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O esquema é inventar

Comerciais, Publicidade

O mundo da propaganda algumas vezes apresenta anúncios surpreendentes.

A utilização de jogos de palavras, nesses casos, é muito bem-vinda, pois é através dessa linguagem que esses anúncios “fisgam” o público através de algo que todas as pessoas possuem, mas nem sempre utilizam, é a capacidade de pensar.

Um exemplo é o anúncio da Revista Época, em que o elemento-chave é a palavra “inventar”. Nesse caso, o termo “inventar” apresentou dois significados, formando um jogo de palavras interessante.

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Novos jogos… parecem coisa de cinema

Inovações, Notícias, Tecnologia

Evolução é um fenômeno constante na natureza, e porque não, também nos games? Afinal, quem não se lembra de uma época em que o Pac-Man no Atari era o auge da novidade no mundo dos vídeo games?

Atualmente, bem diferente do que acontecia nos anos 80 e 90, os jogos estão cada vez mais cinematográficos, as câmeras perseguem os personagens fazendo ângulos e montagens dignas de um filme do Michael Bay. Um exemplo desse “namoro” games e cinema é a fantástica saga Gods of War, em que Kratos, um espartano irritado com tudo e com todos, não pensa duas vezes antes de chutar a cara dos poderosos deuses do olimpo que povoam a mitologia greco-romana.

Games como esses pegam lições aprendidas em um século de cinema e as adaptam para os novos tempos, as cenas em primeira pessoa, vistas através dos olhos das vítimas de Kratos são tensas lembrando os filmes gore com muito sangue e vísceras. Os autores de Gods of War, pelo jeito mandaram a moral e os bons costumes almoçar e não pouparam em cenas violentas.

Se nos filmes do Tarantino o sangue jorra tranquilamente, porque em um jogo com batalhas mitológicas isso não poderia acontecer?

Abaixo tem um trailer da terceira parte dessa grande franquia dos games. Confira o cenário e o movimento de câmeras.

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Amanhã é feriado… é verdade!

Salada de Frutas

É pessoal, amanhã a equipe da Citruz irá aproveitar o feriado e dará uma pausa em suas atividades. Sério, não é uma pegadinha de primeiro de abril (heheheh).

Segunda-Feira voltaremos com a nossa programação normal.

Feliz Páscoa para todos!!!

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Tantas emoções

Comerciais, Publicidade

Os publicitários sabem que as pessoas não são androides e que robôs com feições humanas existem, por enquanto, apenas nos filmes de ficção científica. Sendo assim, um dos truques mais antigos da publicidade é fisgar o público através dos sentimentos.

Propagandas que mostram o cotidiano de uma família em uma viagem de férias, em uma ceia de natal ou em simples café da manhã (nesse caso, qualquer semelhança com os comerciais de margarina não é mera coincidência) criam um forte elo emocional entre marca/produto e consumidor.

É óbvio que, algumas vezes, a tentativa de emocionar não sai como planejado e o comercial, dependendo da direção e da atuação dos atores, pode ficar com cara de novelinha dramática lado B. Mas, felizmente, não é esse o caso do comercial abaixo, que incentiva o uso do cinto de segurança.

Fonte: byte que eu gosto

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