Visualizando arquivo do blog para dezembro, 2008.
 

E mais um novo ano se iniciará…

Notícias

Ao invés de falarmos aquele monte de palavras que todos ouvem nessas épocas, vamos deixar aqui um vídeo, é um pouco antigo mas serve e muito para o que queremos dizer, apenas vejam e ouçam com muita atenção:

Essa é a mensagem que gostaríamos de passar à todos para o ano que se inicia, acreditem em vocês próprios, superem os desafios e sejam aquilo que vocês desejam ser, ou seja, sejam felizes.

Aproveitando o post, aviso que estaremos de recesso do dia 24/12/2008 ao dia 05/01/2009, portanto voltamos no próximo ano.

Boas festas à todos.

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Website Citruz - Bastidores \o/

Frutos, Inovações, Tecnologia

Bom galera já que o Dotto deixou a bola “quicando”, “bora da um bicudo nela”…

Bom, como viram, o site da Citruz está bem “diferente”.

Antes de começarmos a criar o layout do site, estávamos planejando como seria o site e quais recursos iríamos utilizar. A nossa idéia sempre foi a de fazer algo diferente e inovador.

Navegando na Web encontramos um plug-in (ScrollTo) da framework Jquery que achamos muito interessante e, após a aprovação de todos, começamos a estudá-lo.

Já tendo em mente como seria o site e já com um “preview” em mãos (layout), começamos a pensar na melhor maneira de equilibrar elementos gráficos e interativos com usabilidade e leveza de navegação. Então decidimos utilizar o Flash apenas onde achamos necessário e, como o site possui apenas quatro telas de navegação, tivemos que utilizar muito AJAX para fazer nossas requisições de conteúdo sem que seja carregado todo o site a cada clique do usuário.

Na tela “Sobre” utilizamos API do Yahoo (YUI) para desenvolvermos a galeria de imagens da agência e incluímos o Highslide a mesma (efeito de abrir as imagens).

Na tela “Portfólio” utilizamos AJAX para toda navegação, integramos também dois recursos bem interessantes para mostragem dos nossos trabalhos: o GreyBox e o SmoothGallery2.0.

Na tela “Contato” aproveitamos o Highslide e o utilizamos para fazer a mostragem do mapa com a localização da Citruz.

Obviamente e teoricamente, teria sido muito mais fácil desenvolver toda a página em Flash, mas como nosso lema é a inovação e experimentação, buscamos alternativas que produzissem o mesmo efeito final e com muito menos uso de processamento e banda.

um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo à todos!!!

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On!

Frutos, Notícias, Tecnologia

O site da Citruz não poderia ter ficado pronto em melhor hora. Para uma agência que busca (e buscará) sempre inovar e se reinventar, nada mais conveniente do que iniciar o ano de roupa nova.


E uma roupa ousada, versátil e cheia de conceito, como não poderia deixar de ser. Do primeiro rough no Photoshop, até o primeiro “Enter” valendo no www.citruz.com.br foram cerca de dois meses de muita troca de idéias e uma busca constante pela melhor forma de integrar layout e recursos.


O resultado é um site leve, intuitivo e, o mais importante: dentro da linguagem da Citruz Comunicação.


Deixo a “bola quicando” pro pessoal do desenvolvimento apresentar e justificar as tecnologias utilizadas no site, e adianto que ainda existem (pequenos) acréscimos ou alterações para as próximas semanas.


No mais, é isso.

www.citruz.com.br

Direção de arte: Lucas Dotto
Desenvolvimento: André Baptista e Luiz Fogliato Jr.
Flash: Byron Castro
Ilustrações (caricaturas): Henrique Ibaldo

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3, 2, 1, FIGHT!

Notícias, Tecnologia
O Google vai dominar o mundo?

O Google vai dominar o mundo?

Bom, enquanto tem tempo, vou encomendar uma poltrona nova e já fazer meu estoque de pipoca, porque essa briga eu quero ver sentado e relaxado.

Após receber pressão de empresas que não queriam pré-instalar produtos beta em seus computadores, o Google anunciou a versão 1.0 do seu navegador Chrome, e assim anunciando também que o navegador sai oficialmente da fase beta.

Nenhum novo recurso foi adicionado, apenas correções de segurança, porém o Google está focado e espera que logo consiga lançar o sistema para suporte a addons e sistemas de terceiros, assim como no FireFox.

A briga agora é com a Microsoft, o Chrome virá pré-instalado assim como o Internet Explorer, em vários computadores de empresas como Dell, Hp, Lenovo, Asus.

E a briga dos navegadores recomeça, o Netscape perdeu principalmente por não vir pré-instalado, e agora, como a Microsoft vai reagir com um concorrente de peso como o Google? Esperemos os próximos capítulos.

Se você ainda não tem o navegador do Google e quer testar, pode baixá-lo neste endereço: http://www.google.com/chrome .

E claro, se você já possuir o Chrome instalado, precisa apenas ir no menu e clicar em “Sobre o Google Chrome” ou “About Google Chrome” em inglês, como na imagem abaixo, e o seu navegador será atualizado para a ultima versão disponível.

Chrome versão 1.0

Chrome versão 1.0

A briga vai ser boa, viva a concorrência, e quem ganha somos nós usuários.

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Super Profissionais

Publicidade

Um especial para as pessoas que criam suas profissões, títulos etc.

Aos leitores, os intitulados, os formados, os acadêmicos, enfim as variadas classes de aprendizes que possuímos espalhadas Brasil a fora, ai vai um comentário, crítica, desabafo algo do gênero, entendam como quiser.

Bom  dia 4/12 olhando a REDE TV (SUPERPOP) me deparo com uma ex-garota de programa, nada contra, pois não tenho preconceito.

Mas o que me indignou? A tal ex-garota de programa, que acabou de lançar seu livro, já é até escritora, falou a respeito de suas noites, e saídas com empresários, ditos homens de marketing, ela intitula-se MARKETEIRA e PUBLICITÁRIA, uma mulher de idéias.

Todas as teorias já escritas por grandes autores como Philipi Kotler, um carinha que pelo menos pra quem sabe o mínimo de marketing já ouviu falar ela desconhece.

Segundo palavras dela, marketing qualquer um pode fazer, A tal moça ex-garota ainda diz ter um lado publicitário arrojado, sempre que ela inovou obteve o sucesso.

E dai eu penso, para que frequentar uma faculdade no meu caso Comunicação Social Publicidade e Propaganda, por quatro anos, se no mundo qualquer idiota, qualquer um mesmo que aprende uma teoria porque ouviu alguém falar, vai em algum programa e fala tanta besteira que eu até fico desiludida em fazer faculdade.

Também me refiro ao cara que aprendeu a retocar fotos, que tem Corel Draw no pc, ou até mesmo aqueles menininhos que vão pra balada fotografar para sites.

Não tem idéia nem do que é publicidade e propaganda, mas porque fizeram uma montagem, criou um panfleto, retocou uma foto qual a profissão do cara? PUBLICITÁRIO.

O menininho que vai pra balada tirar fotinhos da galera na noite, aquela foto terrivel, sem foco, embaçada, horrorosaaaaaaa que circula pelos sites das boates da cidade, pensa que é o que? FOTÓGRAFO.

Tem os mocinhos que pegam templates de sites prontos da internet para fazerem sites para seus clientes, e juram que são web designers.

Mas tem outros exemplos também, aqueles advogados, que se formaram de susto na faculdade, colaram tanto quanto qualquer aluno de outro curso, podem saber menos até que um estudante de ensino médio, mas como a grande maioria se intitula? DR. Fulano de tal….

E o que significa esse DR. Ai?

No meio acadêmico brasileiro entretanto, o título de doutor é oficialmente reservado apenas a pessoas que concluíram com sucesso um programa de doutorado (também chamado “doutoramento”), o que normalmente requer no mínimo seis anos de estudo integral após o primeiro diploma de graduação, incluindo dois anos para a obtenção do grau de mestre.(wikipédia).

Mas claro que no Brasil esse termo é popular entre médicos, dentistas, até servidores públicos são doutores, popularmente falando, porque na prática a história é bem diferente. Há um longo caminho a ser percorrido desde a formatura da faculdade até ser DR.

Alguém ai deve lembrar de um carinha que algum tempo apareceu no Fantástico se não me engano, contando sua história profissional, que começou com uma bicicleta onde ele fazia propaganda pelo bairro, depois de um tempo ja havia uma frota das magrelas gritantes circulando pelas ruas do bairro do cidadão.

Perguntaram pra ele qual sua profissão, ou o que você “pensa” que é?

Adivinha o que ele disse? ehehehehe

PUBLICITÁRIO

Aiiii essa doeu.

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Engenharia de software na prática

Tecnologia

Existem várias formas de modelar sistemas, baseando-se em testes, construindo DFDs(diagramas de fluxo de dados) ou simplesmente colocando em um rascunho aquilo que prospectamos em um software. Em grandes projetos, projetos importantes ou simplesmente em rotinas vitais de sistemas, analitas necessitam usar técnicas da engenharia de software para minimizar os fatores de risco que compõem as chances falhas daquilo que desejam implementar. Softwares houses estão ou buscam estar completamente a par deste assunto para alcançar níveis de qualidade em seus processos de desenvolvimento. Inclusive existem certificações que avaliam a qualidade com que um software é produzido como ISO, CMMI, MPSBR, etc…

Grandes corporações gastam milhões em seus processos de desenvolvimento para obter melhor qualidade ou alcançar níveis de certificações mais altos para comprovar a excelência de seus projetos. IBM Brasil, Politec e mais uma meia dúzia no Brasil apresentam o nível 5 do CMMI por exemplo… Gastaram milhões e passaram por inúmeras auditorias de entidades certificadoras para poder mostrar e comprovar ao mundo que realizam as possíveis especificações de se desenvolver tecnologia com qualidade.

Obviamente não irei abordar aqui tudo que é necessário para para atingir tais níveis, até porque livros decentemente detalhados sobre este assunto geralmente conseguem ser resumidos em no mínimo 500 páginas.

Embora exista uma gigantesca organização por traz deste assunto na prática a maioria das empresas ou desenvolvedores não se utilizam de tais técnicas. Trabalhei mais de dois anos atuando no desenvolvimento, implementação, gerenciamento e prestando suporte a sistemas aéreos, gestão de turismo, gestão financeira e TEF(Transferência eletrônica de fundos). Tive a oportunidade de ter contato com diferenciados fornecedores de sistemas e aparatos tecnológicos, onde na maioria dos casos baseavam-se seus desenvolvimentos ou correções no boca-a-boca, ou de um e-mail contendo as descrições dos problemas ou no máximo um fluxo de interfaces contendo os print screens das telas de como deveriam ser adaptados os processos a realidade da empresa. Não existia uma linguagem unificada para trocarmos idéias, obviamente este processo de solicitação é falho e com probabilidades maiores de retrabalho. Estudei na faculdade e no mestrado tais técnicas de engenharia de software, vi que outros cursos de níveis superiores tinham diversas cadeiras sobre o assunto, mas ao trabalhar com empresas, e muitas empresas grandes de desenvolvimento, fiquei decepcionado e vi que realidade era outra, na prática os artifícios de engenharia de software eram pouquíssimos utilizados e o sentimento de que o trabalho ainda não estava completo e eficaz era unanimemente eminente por ambas as partes. Até mesmo empresas com certificações não mantinha uma comunicação com o departamento de tecnologia usando diagramações para resolvermos problemas ou realizar melhorias, também não sei como tais empresas conseguiam certificações do tipo MPS.BR nível F, o que me faz acreditar que talvez o critério de avaliação de tal certificação talvez seja “furado”. Mas enfim… engenharia de software é um assunto sério e decisivo para o sucesso de um sistema que está na mente ou em simples rascunhos, e este blá blá que escrevi anteriormente é para situar os leitores da importância e motiva-los ao que vou demonstrar agora.

Uma prévia de como projetar sistemas de maneira clara, detalhada, objetiva e uma das mais difundidas é a utilização de técnicas baseadas em UML (Unified Modeling Language), e é sobre parte desta técnica que vou brevemente descrever. Uma descrição sobre o UML pode ser visto neste link: http://pt.wikipedia.org/wiki/UML ou na página oficial: http://www.uml.org/

Softwares são compostos basicamente de 3 instruções: leitura, processamento e escrita. Tais instruções podem ser mapeadas objetivamente por dois diagramas bastante difundidos na UML (ER e diagrama de classes), obviamente que se empregarmos os demais descritos na UML poderemos garantir ainda mais o mapeamento daquilo que prospectamos no sistema, cada diagrama possui sua função, tem diagrama até mesmo para analisar ações do usuário perante o sistema(diagrama de casos de uso). Enfim, para planejar sistemas sem gastar um longo tempo para modelar, estes dois são suficientes para modelar a estrutura da base de dados e programação do sistema.

Diagrama de entidade e relacionamento .

Existem várias ferramentas que auxiliam na construção de tais diagramas uma bastante conhecida é o DBDesigner4 disponível em: http://www.fabforce.net/dbdesigner4/downloads.php.

Atualmente ele possui um sucessor mysql workbench disponível em: http://dev.mysql.com/downloads/workbench/5.1.html

Ambas rodam tanto em ambiente windows quanto linux.

Vídeo aula: http://www.youtube.com/watch?v=Hz3Cz6XYUhU (a parte do xampp é bobagem)

Tais ferramentas proporcionam você projetar sua base de dados, e a partir desta projeção a ferramenta gera um script contendo todo sql necessário para a geração da base de dados, com todas suas tabelas, relacionamentos, views, trigge, etc… Possui também a funcionalidade de se conectar a uma base existe e executar a engenharia reversa.

Diagrama de classes

Para modelagem da parte lógica do sistema fora a base dedados, indico duas que é o JUDE e o ArgoUML.

Ambas as ferramentas também são multiplataformas, permite construir diagramas da UML, principalmente o diagrama de classes e exportar estes diagramas para montar a estrutura de código planejada.

O JUDE a partir do diagrama de classes gera automaticamente as classes em JAVA.

O ArgoUML apresentado pelo meu amigo André tem a capacidade de gerar códigos em PHP4, JAVA, Csharp, PHP 5, etc …

Mesmo que for trabalhar de forma estruturada ou mista, colocar e organizar suas idéias nestas ferramentas antes de sair programando certamente irá poupar muito tempo de decisões, ajustes futuros e realmente viabilizar aquilo que deseja implementar.

Muitos desenvolvedores acham que isso é perder tempo ou alguns simplesmente possuem preguiça de realizar tal processo antes da codificação. Certamente tais profissionais só darão valor para isso após estarem em um emaranhado, perdendo produtividade no seu desenvolvimento e com dificuldade em mapear falhas de projeto.

Deixo aberto para questionamento e trocarmos idéias. Quem conhece ferramentas diferenciadas, mais eficazes, ou se simplesmente viu ou ouviu algo neste âmbito, por favor deixe aqui sua contribuição. Vamos tentar estabelecer aqui um ponto de discussão para amadurecermos ainda mais este assunto.

Um abraço a todos!

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Google ajudando Santa Catarina.

Notícias, Tecnologia

Acabei de ler essa manchete no site da info e achei interessante divulgar aqui (pois não são todos que lêem sites de informática) o site especial que o Google fez para ajudar a população de Santa Catarina, mas principalmente ajudando a nós todos a ajudar as vítimas da catástrofe natural.

O interessante é que além de conter os números da defesa civil para doação, há um mapa indicando hospitais, abrigos, entre outras utilidades.

Ajude você também. Claro, você pode pensar que já ajudou doando alimentos em alguma caixa por aí, mas eu prefiro doar direto para a fonte, que ali é nada mais nada menos que o FUNDO ESTADUAL DA DEFESA CIVIL, não que eu não confie nas pessoas (ta eu realmente não confio), apenas não quero que aqueles caras que aparecerem na TV saqueando whisky e televisores acabem ganhando alguma coisa.

E como diz na matéria da info, há também um site feito pela própria defesa civil http://www.desastre.sc.gov.br/ com todos os detalhes. Só que veja como é o poder da mídia, se não fosse o google eu não saberia deste outro site.

=]

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Eu adoro briefing de publicitário!

Publicidade


Um briefing publicitário deve(ria) transmitir todas as informações pertinentes de um cliente aos criativos da agência. Estruturar as informações recebidas no atendimento de forma coerente, simples e concisa, mas que traga todos os dados essenciais para a criação das campanhas e peças publicitárias.

Alguns publicitários (principalmente “aquele pessoal da criação”), afirmam que isso é uma utopia, que o cliente pensa e vê as coisas como se fossem para ele e não para o seu consumidor. Outros alegam que o atendimento não sabe captar as informações necessárias, ou que “fuma um” antes de escrever o briefing, porque viaja em históricos e idéias nada pertinentes ao real trabalho.

Claro que por vezes o atendimento tem algumas dificuldades, como o cliente que não passa informações, ou não sabe exatamente o que a própria empresa está fazendo ali. E ainda, nem o próprio atendimento não sabe o que está fazendo…


Um exemplo disso se vê em algumas frases afirmadas por publicitários, designers e jornalistas:


Depoimento 1:

Trecho de um “briefing”:

Descrição: Material Institucional preferencialmente com fotos. Querem um layout de apresentação bem bonito (como se isso não fosse meio óbvio), pois o material é permanente (como assim?).

Entendimento do Designer sobre o referido briefing:

“Ainda bem que tem briefing. Porque eu já estava partindo para alguma coisa tipo “uma arte bem feia””

Agência: desconhecida (e espera-se que continue assim…)


Depoimento 2:

“O mau briefing não traz o que realmente o cliente deseja. Trazer as informações se torna uma tarefa fácil quando se tem um manual com perguntas pré-elaboradas. Porém, esta prática pode criar uma distorção entre objetivo/problema do cliente com determinado serviço ou produto. A pessoa que faz o briefing tem que conhecer todos os recursos da produção, do contrário o projeto emperra mais a frente”. Maiquel Rosauro, jornalista.


Em fim, nós que somos atendimento e planejamento, temos que pensar no cliente e na criação, conseguindo capturar as informações e as idéias primordiais, levando à agência o que realmente interessa sem se esquecer de dar o feedback para o cliente com o que realmente ele precisa.

Por isso eu adoro o briefing publicitário, ele pode variar do nível “redação do Enem” e/ou ser a essência da campanha, e salvar a vida de muita gente.

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